Fatalidade e crianças mortas no Rio de
Janeiro
O fato
O Brasil e porque não dizer o mundo ficou chocado com as
mortes das crianças de Realengo, Rio de Janeiro, quando por volta das 8 horas, desta
quinta-feira 07 de Abril, Wellington Oliveira, de 23 anos, entrou na
Escola Municipal Tasso da Silveira, e abriu fogo em algumas salas de aula. Após
matar 11 crianças e deixar 13 feridas, ele foi atingido por um policial e se
suicidou. O jovem era um ex-aluno, o que facilitou sua entrada na
instituição, segundo informações ele se identificou alegando que iria realizar
uma palestra. De acordo com a polícia, Wellington não tinha antecedentes
criminais.
Armas
O atirador portava dois revólveres, munição e equipamento
para recarregar rapidamente a arma.
Testemunhas afirmaram que Wellington baleou duas pessoas
ainda do lado de fora da escola. O barulho dos tiros atraiu muitas pessoas para
perto do local.
Um menino que foi baleado conseguiu fugir e chamou um
sargento da Polícia Militar, que fazia uma blitz perto do local. Ele conta que
encontrou o atirador saindo de uma sala de aula no segundo andar e apontou a
arma na sua direção. O policial o baleou que ele caiu na escada e em seguida,
cometeu suicídio. As vítimas e os feridos foram levados para hospitais e a
escola foi isolada.
Segundo autoridades, uma carta foi encontrada com
Wellington, com texto complicado e teor religioso, em que fala em perdão e
suicídio, dando indícios de crime premeditado.
O corpo de Wellington ainda está no Instituto Médico Legal
(IML). Segundo o IML, após dez dias, o rapaz será enterrado como “corpo não
reclamado”.
Feridos
Dez alunos baleados no ataque ainda estão internados em seis hospitais do Rio de Janeiro.
Dez alunos baleados no ataque ainda estão internados em seis hospitais do Rio de Janeiro.
Comentário
Eu particularmente,
não me lembro de ter visto nada parecido anteriormente aqui no Brasil, vi sim
mas em outros países (na grande maioria das vezes em “países de primeiro mundo”
), espero sinceramente que este fato não tenha sido arquitetado com base nesses
casos anteriores, espero que seja apenas um caso isolado. Desejo que as orações
e preces enviadas por todas as pessoas confortem um pouco àqueles que sofreram
a algum tipo de lesão corporal ou a perda de um ente.
Aliás,
espero assim como todo o Brasil, que as famílias das vítimas tenham algum tipo
de apoio dos órgãos governamentais e das ONGs de direitos humanos.
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